As lágrimas hoje insistem em percorrer meu rosto
Eu já não sou eu mesma
Coração machucado, feridas profundas tomam conta do meu corpo de forma vil em efeito caústico
um gemido silencioso e perverso tirita na madrugada abafada
O espelho é incapaz de refletir o frescor de uma alma pura
As chagas demostram sua presença com seu rastro desolador
entranha-se ao meu pobre cotidiano perdido
para quem nem mesmo a fuga existiu
Toma a imensidão do vazio e te assume como ser medíocre!
Finge então que nunca sentiu a brisa da paz a te elevar...
Nem conhece o cheiro insano da paixão numa noite de verão!
Nega a doçura que um dia já se lambuçou, encharcou, gozou, cansou em sorriso perfeito
Não cultua esse sentimento como dádiva, porque o ritual é mais doloroso do que pensas
Se tão mais próximo é o penhasco-solução...











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